Pedro Alexandre Sanches

  • Um beijinho não dói?

    Ainda é tempo de comentar o desfecho de Amor à Vida, ou o assunto já está devidamente datador envelhecido? O capítulo final da novela global de Walcyr Carrasco confirmou o que falávamos no texto "Amor à morte". Começou com o … Continue reading →

  • Amor à morte?

    Vai chegando ao fim o Amor à Vida da Rede Globo (e por que mesmo a novela carregava esse nome?). O copo resta meio cheio, meio vazio. É inquestionável que a condição masculina deu vários passos adiante na trama de … Continue reading →

  • As meninas do Leblon não olham mais para Batman

    Uma das diversões do momento nas comunidades virtuais pré-Copa do Mundo é o já famoso vídeo do “Batman do Leblon”. Parece ficção, parece um reality show sem roteiro prévio, parece um documentário malucão no qual os cineastas estão em frente … Continue reading →

  • Criolo e a síndrome de Estocolmo

    Antes de virar modinha em circuitos mais elitistas, o rapper paulistano Criolo já compunha (há décadas) letras de franca provocação contra gente que pertence a esses mesmos círculos.

  • O Brasil foi dos 'sertanejos' em 2011

    Quem tem dois olhos e, principalmente, dois ouvidos já sacou, mas não custa comentar: os sertanejos levaram todas na música comercial brasileira em 2011. Paula Fernandes, Luan Santana, Michel Teló, Gusttavo Lima etc. etc. etc. são os artistas mais bem-sucedidos (e ricos) do Brasil atual.

  • Inezita, suave na nave

    Inezita Barroso, dama majestosa da “Moda da Pinga”, do folclore (como ela gosta de dizer) e da música caipira brasileira e paulista, está na primeira fila, assistindo ao show

  • Afinal, somos todos bregas?

    E aí saiu o disco novo de Marisa Monte, “O Que Você Quer Saber de Verdade”, que ando ouvindo por aqui. Em linhas gerais, concordo à beça com o que disse no site da revista “Época” meu colega Luís Antônio Giron, num artigo denominado “Somos todos bregas”.

  • A gente não somos inútil!

    E então o rock’n’roll desceu das tamancas, no festival musical que faz da sustentabilidade seu mote principal. A turma do Peter Gabriel tretou com a turma do Roger Moreira, e a treta ocorrida num descampado no interior de São Paulo correu mundo, fazendo efeito em roqueiros de Chris Cornell a Lobão a Brian Eno.

  • Até o Tucupi

    “É a nossa floresta, somos todos um só povo, o povo da Amazônia”, expõe do alto do palco o carismático reggaeman paraense Juca Culatra. Estamos, desta vez, em Manaus.

  • A música brasileira em Belém do Pará, parte 2

    São muitas as razões a colocar o Pará na vanguarda da produção musical brasileira neste início de século 21, mas uma delas é especial. Em Belém, torna-se nítido: desmoronaram de vez as barreiras artificiais que por décadas tiranizaram artistas, espectadores e intermediários (como nós, jornalistas), separando tudo em dois grupos imaginários supostamente incompatíveis, o dos "cafonas" e o dos "não-cafonas".

  • A música brasileira em Belém do Pará, parte 1

    “O Brasil não conhece o Brasil/ o Brasil nunca foi ao Brasil”, dizia a velha canção interpretada pela gaúcha Elis Regina. Os versos ecoam no seu crânio quando você está em Belém do Pará, assistindo a um festival de música integrado predominantemente por artistas paraenses.

  • Entrevista: 'Rei da lambada', Beto Barbosa está de volta

    “Adocica, meu amor, adocica/ adocica, meu amor, a minha vida.” Esses versos prosaicos, que tomaram conta do Brasil 23 anos atrás, voltaram à tona neste 2011, por conta de um comercial de cerveja.

  • Mano Brown inaugura o orgulho de ser paulista

    Alguma coisa acontece no coração do mais importante artista brasileiro de rap. O Mano Brown que se apresentou na terça-feira e na quarta-feira (18 e 19) na São Paulo natal, com o projeto Boogie Nipe, viu muita água passar embaixo de rios turbulentos.

  • O rock do diabo, o axé e o capim guiné

    Raul nunca foi uma unanimidade. Até hoje a infame frase de roda de violão “toca Raul!” é repetida em diversas ocasiões, na maioria delas com efeito de zombaria.

  • Claudia Leitte e os arianos

    A versão 2011 do festival que leva o rock no nome estava naquele primeiro dia abrindo, via redes sociais, um ciclo muita discussão circular sobre o que é rock e o que não é.